Detalhes do
serviço
Soluções linguísticas com atendimento profissional, estrutura flexível e adaptação a diferentes formatos, contextos e necessidades.
- SELEÇÃO
- Intérpretes selecionados
- ATENDIMENTO
- Sob consulta
- FORMATOS
- Presencial e online
- VALORES
- Faixas de preço
Cada pessoa na plateia ouvindo no próprio idioma, sem o evento parar
Você está organizando um congresso, uma convenção ou um seminário, e uma parte de quem fala ou de quem escuta não entende português. Talvez seja a palestrante principal, vinda de fora. Talvez sejam diretores da matriz, ou uma delegação inteira. Você quer que todos acompanhem tudo, no mesmo ritmo, sem que a programação dobre de tamanho.
É isso que a interpretação simultânea resolve. Enquanto alguém fala no palco, um intérprete leva a fala para o outro idioma quase ao mesmo tempo, e o público ouve por um fone de ouvido. Muita gente chama de tradução simultânea; é o mesmo serviço. A traduzme organiza esse trabalho a partir de Brasília, para eventos em todo o Brasil.
Do primeiro contato até o dia do evento
Primeiro, a programação
Antes de falar em número de intérpretes, queremos ver a grade do evento: quantos dias, de que horas a que horas, onde estão as pausas, se há salas paralelas, em que idioma cada pessoa fala e em que idioma o público precisa ouvir. É a grade, mais do que o número de participantes, que mostra o tamanho da equipe e o equipamento necessário.
Um perfil para você aprovar
Com a programação em mãos, escolhemos na nossa rede intérpretes com o par de idiomas certo e experiência no tema. Mandamos o perfil de cada profissional para você dar o ok, junto com a proposta, e você sabe desde o começo quem vai estar no microfone.
O material chega antes dos intérpretes
Interpretação boa começa dias antes, com estudo. Costumamos pedir:
- a programação final, com o nome e o cargo de cada palestrante;
- as apresentações, mesmo em versão provisória;
- nomes de produtos, siglas e termos internos da empresa ou da área;
- os vídeos que serão exibidos, ou pelo menos o roteiro deles.
Se parte do conteúdo for confidencial, avise a gente logo no começo, e combinamos juntos como o material vai circular. Quando o tema é muito técnico, vale também uma conversa rápida entre os intérpretes e quem vai falar, se a agenda permitir.
Por que dois intérpretes, e não um
Na simultânea, o intérprete escuta, entende, reformula e fala ao mesmo tempo, sem pausa. Depois de algum tempo nesse esforço, a concentração cai, e quem percebe primeiro é o público.
Por isso, para cada par de idiomas, trabalham dois intérpretes, que se revezam a cada 20 ou 30 minutos. Quem não está falando continua trabalhando: anota números, procura um termo, fica pronto para assumir. Num evento em inglês e português, a mesma dupla cobre os dois sentidos. A APIC, Associação Profissional de Intérpretes de Conferência, recomenda essa dupla numa jornada de até seis horas. Se o seu dia for mais longo, combinamos antes as horas extras ou um terceiro intérprete, para que a palestra das cinco da tarde soe tão bem quanto a das nove da manhã.
Cabine, sistema portátil ou plataforma online
O formato do evento define o equipamento, e ajudamos você a escolher.
Cabine, para auditórios e plenárias
Com público sentado e um palco, o mais comum é a cabine com técnico, que podemos levar junto com os receptores. Ela isola o intérprete do barulho da sala, e cada participante escolhe no receptor o canal do seu idioma.
Sistema portátil, para grupos em movimento
Numa visita a uma fábrica ou num percurso por estandes, a cabine não faz sentido. Com o sistema portátil que levamos, o intérprete fala num microfone sem fio e o grupo ouve por receptores leves, andando junto. Para uma ou duas pessoas, às vezes basta o intérprete sentado ao lado, falando em voz baixa, sem equipamento nenhum.
Online, para eventos virtuais e híbridos
Em plataformas como Zoom ou Teams, o participante escolhe o idioma num canal separado. Explicamos como funciona na página de interpretação remota.
Como é o dia, visto da plateia e da cabine
A equipe chega antes do público. Com o técnico, testa microfones, canais e receptores. Na entrada, cada participante retira o receptor com fone e escolhe o canal. Combinamos também um jeito simples de recolher todos no fim, porque é comum alguém ir embora com o receptor no bolso sem perceber.
Imagine um congresso médico em Salvador. A palestrante de abertura fala em inglês, e os duzentos médicos na plateia ouvem em português, pelo fone. Na hora das perguntas, um médico pergunta em português, e a palestrante ouve a pergunta em inglês no fone dela. Ninguém espera, ninguém repete.
Se a ordem das palestras mudar ou uma mesa-redonda se estender, a equipe se ajusta. Ajuda muito avisar a cabine com antecedência e pedir a quem vai ler um discurso que mande o texto antes e não acelere na leitura.
Quando a simultânea é a escolha certa
Ela faz sentido quando há público maior, programação cheia e mais de um idioma na sala: congressos, convenções, seminários, assembleias e eventos transmitidos ao vivo. Para uma reunião pequena ou uma negociação em que as pausas fazem parte da conversa, a interpretação consecutiva costuma ser mais simples e dispensa equipamento. Comparamos os dois formatos em simultânea ou consecutiva: qual você precisa.
Perguntas que organizadores costumam nos fazer
Com quanta antecedência devo falar com vocês?
Assim que a data e a programação estiverem definidas. Quanto maior o evento e mais técnico o tema, mais cedo vale reservar, porque os intérpretes precisam de tempo para estudar e as agendas de quem conhece a área enchem rápido. Para reuniões menores, às vezes conseguimos atender com pouco prazo.
Quantos receptores preciso?
Um para cada pessoa que vai ouvir a interpretação, mais alguns de reserva.
Vocês levam o equipamento ou só os intérpretes?
Podemos levar o equipamento também: cabine com técnico, receptores com fone ou o sistema portátil, como você vê na página de equipamentos para tradução simultânea. Se o local já tiver cabine ou som próprio, vemos juntos o que dá para aproveitar. Detalhes como o áudio da mesa de som, a gente combina com a equipe técnica do local.
Vocês atendem fora de Brasília?
Sim, em todo o Brasil. Os custos de deslocamento da equipe entram no orçamento, e combinamos tudo antes.
Quais idiomas vocês atendem?
Trabalhamos com inglês, espanhol, alemão, francês e italiano. Para outras combinações, é só perguntar: vemos caso a caso se conseguimos montar a equipe.
Do que depende o valor?
Dos idiomas, do número de dias e de horas, de quantas salas funcionam ao mesmo tempo, do tema, do local e do equipamento. Trabalhamos por diária, na jornada de até seis horas de que falamos acima, e eventuais horas extras são combinadas antes. Em geral, a data fica reservada com um valor de entrada, e o restante é pago depois do evento.
No fim, o melhor sinal de que deu certo é simples: o público sai falando do que ouviu, e não do idioma em que foi dito.
Clareza
Comunicação clara
em tempo realAgilidade
Resposta rápida e
suporte direto





